Para
o estilo de jornalismo esportivo que se pratica hoje, especialmente na
televisão, em que os programas se transformaram em picadeiros de circos, o
selinho o selinho dado por Emerson Sheik em Isaac Azar foi um manjar
saborosíssimo.
O
assunto rendeu e continua rendendo até hoje. Dá audiência, dá leitura. Sendo
assim, quanto mais se puder levá-lo será uma fonte a render bons frutos.
É
óbvio que o ato foi uma brincadeira do jogador do Corinthians, conhecido por
seu espírito gozador. Entretanto, não faltaram sociólogos de chuteiras e
psicólogos de calções a analisar o sentido do fato e seus reflexos.
Pura
bobagem. Não serviu para nada. Não deu causa a tese alguma que pudesse ser
levada a sério.
Mas,
estes são os tempos que estamos vivendo. O tempo das banalidades consagradas em
preciosos minutos de TV e em fartos espaços em jornais.
Se
o leitor ou telespectador quiser se abastecer de informação séria, com
substância, que de fato contribua para seu conhecimento, precisará fazer um
grande esforço de procura. As opções são raras.

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