sábado, 31 de agosto de 2013

O MANJAR DE SHEIK

Para o estilo de jornalismo esportivo que se pratica hoje, especialmente na televisão, em que os programas se transformaram em picadeiros de circos, o selinho o selinho dado por Emerson Sheik em Isaac Azar foi um manjar saborosíssimo.

O assunto rendeu e continua rendendo até hoje. Dá audiência, dá leitura. Sendo assim, quanto mais se puder levá-lo será uma fonte a render bons frutos.

É óbvio que o ato foi uma brincadeira do jogador do Corinthians, conhecido por seu espírito gozador. Entretanto, não faltaram sociólogos de chuteiras e psicólogos de calções a analisar o sentido do fato e seus reflexos.

Pura bobagem. Não serviu para nada. Não deu causa a tese alguma que pudesse ser levada a sério.

Mas, estes são os tempos que estamos vivendo. O tempo das banalidades consagradas em preciosos minutos de TV e em fartos espaços em jornais.


Se o leitor ou telespectador quiser se abastecer de informação séria, com substância, que de fato contribua para seu conhecimento, precisará fazer um grande esforço de procura. As opções são raras.

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